Sabine Cassol

A Formiguinha desmotivada

Publicado por: sabinecassol em: 15/01/2009

Todos os dias, a formiga chegava cedinho ao seu setor e desatava a trabalhar. Produzia muito e era feliz.

O gerente, o leão, estranhou que a formiga trabalhasse sem supervisão.

Se ela produzia tanto sem supervisão, quanto mais não produziria se fosse supervisionada?

Contratou uma barata, que tinha muita experiência como supervisora e fazia belíssimos relatórios.

A primeira preocupação da barata foi a de estabelecer um horário para entrada e saída da formiga.

Na seqüência, a barata precisou de uma secretária para a ajudar a preparar os relatórios e contratou uma aranha que além do mais, organizava os arquivos e controlava as ligações telefônicas.

O leão ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com índices de produção e análise de tendências, que eram mostrados em reuniões chatas, prolongadas e que não levavam a nada…

Foi então que a barata comprou um computador e uma impressora laser e admitiu a mosca para gerir o departamento de informática.

A formiga, de produtiva e feliz, passou a lamentar-se com todo aquele universo de papéis e reuniões que lhe consumiam o tempo e comprometiam toda a produção. Porém, quando tentou falar não foi ouvida.

O leão concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga operária trabalhava.

O cargo foi dado a uma cigarra, cuja primeira medida foi comprar um carpete e uma cadeira ortopédica para o seu gabinete.

A nova gestora, a cigarra, precisou ainda de computador e de uma assistente (que trouxe do seu anterior emprego) para ajudá-la na preparação de um plano estratégico de otimização do trabalho e no controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se mostrava mais enfadada.

Foi nessa altura que a cigarra, convenceu o gerente, o leão, da necessidade de fazer um estudo climático do ambiente.

Ao considerar as disponibilidades, o leão deu-se conta de que a Unidade em que a formiga trabalhava já não rendia como antes;

E contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico e sugerisse soluções.

A coruja permaneceu três meses nos escritórios e fez um extenso relatório, em vários volumes que concluía : “Há muita gente nesta empresa”.

Adivinhem quem o leão começou por despedir?

A formiga, claro, porque “andava muito desmotivada e aborrecida”.

E já é Ano Novo, outra vez…

Publicado por: sabinecassol em: 02/01/2009

Quando chega, é sempre pleno de esperanças. Espera-se o Ano Novo para começar vida nova, para estabelecer novas metas de vida, propósitos renovados para tantas coisas…

É comum as pessoas elaborarem suas listas de bons propósitos para o novo ano.

Mesmo sabendo que o tempo somente existe em função dos movimentos estabelecidos pelo planeta em que nos encontramos, é interessante essa movimentação individual, toda vez que o novo período convencional de um ano reinicia.

Mas, falando de lista de bons propósitos, já se deu conta que, quase sempre, esquecemos o que listamos?

Alguns até esquecemos onde guardamos a tal lista, o que  atesta da  pouca disposição em perseguir os itens elencados.

Ano Novo deve ter um significado especial.

Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa convenção se reveste de importância na medida em que, nos condicionando ao início de uma etapa diferente, renovada, sintamo-nos emulados a uma renovação.

Renovação de hábitos, de atitudes, como estar mais com a família, reorganizando as horas do trabalho profissional.

Importar-se mais com os filhos, lembrando-se de não somente indagar se já fizeram a lição, mas participar, olhando, lendo as observações feitas pelos professores nos cadernos, interessando-se pelos conteúdos disciplinares.

Sair mais com as crianças. não somente para passeios como a praia, a viagem de férias.

Mas, no dia a dia, um momento para um lanche e uma conversa, uma saída para deliciar-se com um sorvete.

Outros, para só ficar olhando a carinha lambuzada de chocolate, literalmente afundando-se na taça de sorvete.

Outros, mais longos, para acompanhar o passo vacilante de quem está aprendendo a andar.

Uma tarde para um papo com os que já estão preparando a mochila para se retirar do cenário desta vida, quem sabe, nos próximos meses?

Isto é viver Ano Novo. Sair com amigos, abraçar amigos, sorrir pelo simples prazer de sorrir.

Trocar e-mails afetuosos, não somente os corriqueiros que envolvam decisões e finanças. Usar o telefone para dar um olá, desejar boa viagem, feliz aniversário!

Bom, você também pode fazer propósitos de comer menos doces ou diminuir os carboidratos da sua dieta, visando melhor condição de vida ou simplesmente adequar seu peso.

Também pode pensar em mudar o visual. Quem sabe modificar o corte de cabelo, tentar pentear para outro lado, fazer uma visita ao dentista.

E é claro, um bom check-up. Porque cuidar da saúde é essencial.

Bom mesmo é não esquecer de formular propósitos para sua alma.

Assim, acrescente na lista: estudar mais, ler mais, entender mais o outro, devotar-se a um trabalho voluntário, servir a alguém com alegria e bom ânimo.

Com certeza, cada um terá outros muitos itens a serem acrescentados à lista.

Até mesmo coisas simples como alterar os roteiros de idas e vindas do trabalho-lar-escola.

Ou coisas mais complicadas, como se dispor a pensar um pouco no outro e não exclusivamente em si, no relacionamento a dois.

Imprescindível, no entanto, é que você coloque a lista à vista, para olhar muitas vezes, durante todo o novo ano.

Importante que se lembre de lê-la, para ir acompanhando o que já conseguiu e onde ou em que ainda precisa investir mais, insistindo, até a vitória.

Seja este Ano Novo o ano de concretas realizações na sua vida!

Retirado do site: www.momento.com.br

16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher

Publicado por: sabinecassol em: 21/11/2008

Há momentos em que sua atitude faz a diferença

16 Atitudes: você com certeza conhece muitas outras…Há momentos em que sua atitude faz a diferença…COMPROMETA-SE!

“Toda e qualquer pessoa é responsável por essa Lei e deve divulgá-la em qualquer lugar, onde houver violência” ( Maria da Penha).

A Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres tem um papel decisivo na disseminação e implementação da Lei Maria da Penha. Em 2008, o foco da Campanha continua sendo a lei, que completou dois anos em vigor, e tem como objetivo conscientizar as pessoas de que, diante de um ato de violência, é indispensável tomar uma atitude: denunciar, apoiar, buscar e oferecer ajuda.

A proposta deste ano é convocar a sociedade a comprometer-se com atitudes para o fim da violência contra as mulheres e sensibilizar as pessoas para fazer uso da lei no seu cotidiano. Desta forma, fortalecemos o poderoso instrumento que temos nas mãos, para fazer valer o que já é direito aprovado e escrito no papel.

É meta da Campanha que, seja você quem for, esteja onde estiver, há momentos em que é indispensável tomar uma atitude. Por isso, o slogan deste ano é: Há momentos em que sua atitude faz a diferença. Lei Maria da Penha. Comprometa-se! De acordo com pesquisa da Data-Senado 2007, em cada 100 mulheres brasileiras, 15 vivem ou já viveram algum tipo de violência doméstica. Estima-se que os índices de violência sejam ainda maiores devido à dificuldade das mulheres assumirem essa condição, pela falta de apoio judicial no lugar onde moram.

Na edição 2008, a Campanha ressalta 16 pessoas de diferentes segmentos, que vivenciaram situações de violência ou apoiaram mulheres vitimadas e, têm histórias a contar. Histórias estas que demonstram atitudes que fizeram a diferença nas suas vidas, nas vidas de outras mulheres e homens, nas comunidades onde moram, no funcionamento das organizações onde atuam e serviços onde trabalham. O fio condutor desta Campanha será mostrar os benefícios que a Lei garantiu às mulheres que tomaram a atitude de usá-la e às pessoas que se comprometeram com a aplicação da lei.

Comprometa-se. Você também é responsável por estas vidas. Deixar de ajudar, de denunciar um ato que leva muitas mulheres à morte, também é um ato de violência. A sua omissão pode levar o grito de socorro de uma mulher em situação de violência, ao silêncio de uma vi

Conte sua história revelando a atitude que você tomou para acabar com esse ciclo de violência em que muitas mulheres ainda vivem.

fonte: http://www.agende.org.br/16dias/

 

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